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Blog Details for "Contos Erticos"
Contos Erticos![]() Contos Erticos Diary and erotic fantasies, stories of a young portuguese girl Articles
Shiva - 100 dias da vida de uma cortesã - 12º dia
2008-06-22 17:55:00 12º Dia 6ª Feira. 22:30 horas. Fazia nesse dia dois meses que começara a trabalhar no clube. Nesse espaço de tempo, a trabalhar duas noites por semana, já ganhara mais do dobro do que ganharia no mesmo período de tempo na casa da Madame Ludmilla a trabalhar todos os dias. Não ganhava menos de quatro mil euros por mês, sem contar com o bónus que recebera no fim do primeiro mês. O que se justificava, pois a fluência de clientela do clube aumentara consideravelmente às sextas-feiras e sábados, os dias em que trabalhava. Os donos do clube tinham, inclusive, proposto na véspera, que trabalhasse também à quinta-feira. Já decidira que iria aceitar, passando para quase cinco mil euros/mês. Em breve teria o seu carro topo de gama, a pagar de nota batida. Estava sentada no ‘camarim’ a maquilhar-se, em lingerie e com um robe vestido, quando bateram levemente à porta. - Entre. O Sr. Q, o homem que não lhe saía do pensamento há cerca de um mês. Ele pouco tinha estad... More About: Vida , Shiva
Shiva - 100 dias da vida de uma cortesã - 11º dia
2008-06-20 09:52:00 11º Dia 3ª Feira. 18:30 horas. Para aquela noite tinha quatro clientes e o primeiro daí a meia hora. Fora o dia destinado às compras e chegara a casa há cerca de uma hora, tomara um duche e já arrumara o quarto. Agora só desejava beber um chá e relaxar até à hora do primeiro cliente chegar. Sabia que não ia ser fácil o início da noite. Tinha como primeiro cliente o senhor Z, alguém com um feitio difícil, sendo que, para piorar a situação, tinha uma dificuldade enorme em atingir o orgasmo. Aliás, ela apenas o tinha conseguido fazer vir ainda uma vez, e já era seu cliente há dois meses, em encontros quinzenais. Uma das vezes em que o atendera, vinha furioso com um negócio que lhe correra muito mal e no qual perdera bastante dinheiro. O resultado fora descarregar nela mesma parte da sua frustração e fúria. Começara por exigir que ela apenas desfilasse nua à sua frente, durante uma interminável meia hora, enquanto ele se masturbava, o corpo gordo e fláci... More About: Vida , Shiva
Dia M
2008-06-19 09:28:00 Há orientações que nos fazem mudar. Estou num impasse. A vontade do desdobramento em todas as pétalas que me compõem. Desfolhar uma a uma. Como um malmequer. Eu. Ela. Reflexo. Pensamento. Eu Ela. Reflexo. Pensamento. Sempre fui assim. Olho para trás e revejo o que interrompi. Um ano. Dois anos. Recheados de rios, vales e curiosas palavras que se desenrolam e transformam. O passar do tempo fez-me perder o repartir de tudo o que sou. Regressarei. Notar-se-á o volte face? Seguro com a pena nas palavras escritas numa época anterior e solto-as cuidadosamente no livro amarelecido pela espera. Conto os minutos para o dia M. Até lá permaneço. Impávida e serena. Sem mudanças. Sem retornos. O tempo certo será aquele que ainda está por determinar. Sei que o dia M amanhecerá radioso. Sei porque sim. © Sutra 2008
XI
2008-06-18 08:33:00 1999. 18-19 anos Namorado: Luís. O ‘tal’. O que me arrebatou o coração, o corpo e… a virgindade. Bastante moreno, de olhar cálido, não muito conversador, mas sabendo transmitir em cada gesto o que sentia, pensava e queria. Foi aquele que me fez desejar perder a virgindade e sentir o prazer de fazer amor pela primeira vez. Eu tinha 18 anos, quase 19, ele tinha 20. Já nos conhecíamos há muito tempo, nem sei dizer quanto, mas a verdade é que nem tudo é contabilizável. Tínhamos amigos em comum, invariavelmente saíamos juntos quando eu estava de férias, mas nunca nada faria imaginar que resultaria numa relação que durou cerca de ano e meio, com muitas idas e vindas, separações e recomeços. E numa dessas noites em que saímos, tudo começou. Não me lembro do nosso primeiro beijo, nem onde ou como. Estranho, não é? Mas recordo apenas ele, os momentos que passámos, soltos, sem qualquer ligação cronológica. Recordo a primeira vez que fizemos amor - a minh...
Férias…
2008-06-17 04:57:00 Ainda não sei quando vou de férias… Estou indecisa sobre o ‘quando’ e ‘onde’. Sugestões? E vocês? © Sutra 2008
X
2008-06-15 18:31:00 1998 – Verão. 18 anos. Quem? Miguel. Um romance que durou tanto tempo como qualquer romance de Verão deve durar. Uma época. Entre o calor do sol e as águas frias do mar. Entre as manhãs quentes e as noites longas de prazer. Conheci o Miguel num bar na Praia da Rocha. Estive por lá três semanas de férias e, numa das noites de deambulação com um grupo de amigos pelos bares, cruzei-me com o olhar daquele moreno de estatura mediana, olhos escuros e cabelo meio revolto. Não era o tipo de homem de chamar a atenção de imediato, mas tinha um sorriso meio tímido que encantava. Encantou-me a mim. Nos meus 18 anos recém-atingidos, tudo fiz para lhe chamar a atenção, desde soltar risos num tom um pouco mais elevado, levantar-me do meu lugar e ir ao balcão pedir alguma coisa quando ele estava sem atender ninguém, olhar pelo cantos dos olhos em busca do seu olhar, até que acabei por me sentar num banco alto, ao balcão, depois de lhe ter pedido uma infinidade de coisas - lei...
O Sexo e… a Mulher!
2008-06-13 05:07:00 Faz-me sempre uma certa confusão quando se afirma que as mulheres portuguesas se identificam com esta ou aquela personagem de um qualquer filme ou novela. Mais grave, quando vejo, leio, whatever, mulheres a afirmarem-se como seguidoras de ‘esta’ ou ‘aquela’ personagem. Como tendo uma vida ‘igual’, ‘idêntica’, que se ‘identificam’ com a forma como ‘vivem’ as personagens. Personagens ‘não vivem’. Personagens ‘não existem’. São fruto de imaginação, muitas vezes [d]escritas por quem pouco conhecimento tem do mundo feminino. Cada mulher é ‘ela mesma’, não o prolongamento de uma personagem, não é feita à ‘imagem de uma criação para tv ou cinema’. Afirmar isso é dizer que não se passa de uma boneca articulada que apenas ‘imita a vida de uma das personagens da sua série favorita’. ‘O Sexo e a Cidade’ não trouxe maior liberdade sexu... More About: Mulher
Shiva - 100 dias da vida de uma cortesã - resumo e recomeço
2008-06-09 02:28:00 Shiva. Uma mulher bastante vistosa e com uma beleza singular, de olhos grandes e rasgados, cor esverdeada, pestanas longas e enroladas e sobrancelhas bem delineadas. Os cabelos desciam-lhe pelas costas em cascatas arruivadas com uma ondulação bastante natural da qual cuidava com esmero. Nada que uma ou duas horas de cabeleireiro por semana não cuidassem. No seu 1, 72m de altura, balanceava o corpo de formas perfeitas quando caminhava. Parecia uma deusa - dizia-se. Até o nome que usava era o de uma Deusa - Shiva, deusa hindu. Não interessa revelar aqui o seu verdadeiro nome, basta ser ela - uma cortesã. […] Não tinha falsos moralismos ao fazer-se rodear de todo o luxo que o dinheiro pago pelos seus clientes lhe permitia usufruir. Era o seu corpo que servia de moeda de troca para obter o que queria, oferecendo-o a quem nele se queria saciar. Não podia dizer que tinha sido por necessidade que abraçara aquela profissão. Crescera no seio de uma família que lhe pôde pro... More About: Vida , Shiva
Acordo Ortográfico
2008-06-06 15:51:00 Há nova Petição Manifesto Contra o Acordo Ortográfico, na internet desde o início de Maio [pois, eu sei que já devia ter publicado isto, mas acho que não vou tarde]. Pelas palavras de Graça Moura se for preciso fica aberta durante os seis anos da transição para a nova grafia. Serão milhões de assinaturas…. Está em http://www.ipetitions.com/petition/manife stolinguaportuguesa Há que assinar!
VIII
2008-06-04 12:13:00 1995-96 15-16 anos Namorado: André. Conheci o André no início do ano lectivo 1995/96 – ele era da minha turma. Mas, confesso que não prestei muita atenção ao rapaz durante os primeiros tempos de aulas, e nem nunca trocámos uma palavra, até porque ainda andava de pensamento numa só pessoa – o João. Entretanto, veio o Chico, de quem já falei - a curte que não durou mais que uma festa de aniversário e dois encontros no liceu. Na verdade, acho que nem me apercebi que o André era meu colega. Ele era mais velho que eu dois anos – tal como o Chico – e estava na minha turma porque tinha chumbado por duas vezes. A nossa aproximação deu-se já em Novembro quando, numa tarde de chuva, ele me ofereceu boleia até casa, ao ver-me a correr sem chapéu. A mãe veio buscá-lo e levou-me também, deixando-me à porta do prédio onde morava na altura. Depois disso é que começámos a conversar de vez em quando pelos corredores, nos intervalos dos tempos, e a tirar dúvidas ...
VII
2008-06-02 11:39:00 1995. 15 anos. Curte: Chico. Dias depois do fim do namoro com o João, aquele desespero dos primeiros dias parecia ridículo. O olhar já vagueava por outros olhares, por outros rapazes. A insinuação natural feminina já se notava no caminhar pelos grupos da sala de convívio. Aquela vaidade típica que sentimos quando nos queremos fazer notadas. E foi quando o Chico ‘apareceu’. Numa festa de aniversário – o quanto estas festinhas nos proporcionavam – em que os presentes, na sua maior parte, eram mais velhos que eu. E não estou a falar de nenhum namoro, foi mesmo uma curte! E que coisa que nos deu. Tratava-se do Chico, de cabelo encaracolado, loiro, olhos azuis. Uma perdição - e o único loiro com quem tive ‘qualquer coisa’ - a minha preferência sempre recaiu nos morenos. Foi assim uma vontade ao primeiro olhar. E não tinha passado nem duas horas após nos conhecermos e já estávamos atracados aos beijos. Mas, ele beijava… ena… só um beijo dele era quase um...
Tango-Paixão
2008-05-30 13:51:00 Agarrou-a. Prendeu-a entre os braços, puxou o corpo feminino contra si. Olhou-a profundamente e disse-lhe com o silêncio do olhar, a paixão que lhe corroía as entranhas. Ela sentiu o gume aguçado do calor da boca que quase roçava a sua. Diluiu os seus dedos nos dedos masculinos. Entrelaçou a sua perna na que a conduziria. Forte. Poderoso. O som que entoava dentro e fora dos corpos. Sensualidade e ritmo. Calor crescente. Voluptuoso. Ele comandou o circular no soalho envernizado. Ela deixou-se levar. Com a segurança de que quem comandava aquela paixão era ela. Com a sua sedução. O corpo vermelho de formas delineadas pelo olhar masculino. O porte. A garra. A paixão. Os gemidos de um acordeão argentino. E o rodopiar de pernas entrelaçadas que se acolhem no erotismo de cada passo. Desejo. Olhar que transpira e respira sentidos alucinados. Corpos envolvidos na dança sensual. O soalho reflecte a excitação em cada instante. E ri-se daquele bailado que culminará na rendiç... More About: Tango
Notas de Contos
2008-05-30 13:03:00 Há um tempo atrás decidi publicar alguns contos em locais separados do site, à semelhança do que já tinha feito antes com um deles. Por isso, poderão acompanhá-los noutros espaços, também abertos a comentários, e ir lendo capítulo após capítulo. São eles: Caminhos Traçados e Sessão de Cinema Outros mais surgirão. © Sutra 2008
The Life - namorados, casos
2008-05-29 16:40:00 Antes de dar continuidade… deixa lá fazer um… ‘apanhado geral’. O Ricardo, o Chico, o João, o Miguel, ou o Paolo (o espanhol). Pedro, Zé, Quim, Paulo, Carlos, André, Pedro (outro), Sérgio, Igor, Fernando, Paulo (outro), Miguel (outro), P., Luís, Rui, Vítor, João (outro), Rafael, Daniel, ‘Ele’. Não propriamente por esta ordem. Aventuras, namoros, casos, quecas, curtes. Paixão, desejo. Amor. Vontade. Agora… venha o restante desenrolar de aventuras, segredos, fantasias e experiências a que já me acostumei a derramar no fundo branco deste site. Eu tinha de fazer esta reflexão… é para não me perder… More About: Life
VI
2008-05-28 13:36:00 1994-95 Dos 14 aos 15 anos. Namorado: João. Meio arruivado, com umas sardas no nariz que o incomodavam a ele mas que eu considerava darem-lhe um ar de graça rebelde, muito natural. A troca tímida de olhares era a constante nos intervalos das aulas. Não éramos da mesma turma, mas as nossas salas de aula ficavam no mesmo pavilhão, no mesmo piso. Por isso, o encontro era constante e os amigos em comum. Uma primeira festinha de aniversário foi o princípio de tudo entre nós. A proximidade, a música. Dos risos aos toques de mãos. Do abraço ao beijo. A curte. Muitos beijos, muitos abraços, encostar de corpos, roçar de peito. Entrelaçar de pernas. Essa foi a primeira vez que curtimos, mas não a última, antes de começarmos mesmo a namorar. Aliás, na escola éramos considerados um ‘parzinho’ muito antes de ele se virar para mim e perguntar: ‘queres namorar comigo?’. Parecia daquelas coisas à ‘antiga’, eu que achava que já nem era preciso pedir, bastava demo...
Saudosismo
2008-05-27 19:16:00 Saudades. É o que sinto do tempo em que vivia em Lisboa. Claro que ainda tenho o apartamento à disposição e que fico a dormir por lá algumas vezes. Está vazio, com cheiro a fechado. Fico quando me é útil. Mas nada se compara ao constante residir naquela rua apertada, bairrista, onde as vozes de bons dias entre vizinhos, ainda persistem, apesar de todo o comodismo, narizes empinados e olhares atentos aos próprios umbigos, a que se assiste hoje em dia. Há lugares que não mudam, tradições enraizadas que não morrem. E o agradável convívio entre pessoas que se conhecem há décadas, perdura, contra os semblantes fechados de quem passa e não está habituado a tanta amabilidade no seu quotidiano. Vivo desde Julho de 2005 num lugar onde não conheço uma única pessoa. No apartamento sou recebida efusivamente sempre que lá vou. - Ai, menina, há tanto tempo que não a via – diz-me a dona do Pilas, o gato azarado que morreu atrás das gatas. Curiosamente, deixou de ser t...
O nosso desejo - IV
2008-05-26 00:38:00 (conclusão) Nota: (também escrito por… ela) Depois de dar alguns passos fizeste-me parar e baixaste-te para me descalçares, levando-me depois por uma espécie de carreiro de traves de madeira, que senti debaixo dos meus pés. Parámos e ouvi o abrir de uma porta, pela qual entrámos de seguida. Ouvi o arrastar de uma cadeira e fizeste-me sentar nela. E começou a invadir-me algum receio quando me tiraste as únicas peças de roupa que trazia – um camiseiro e a saia – e senti que, nua, me amarravas às costas da cadeira com uma corda não muito apertada. Sussurraste: - Não tenhas medo, nunca te faria mal. Não respondi, sem contudo conseguir conter um estremecimento. Que me preparavas tu? A resposta veio logo depois, quando a tua boca começou a beijar-me pelo rosto, aproximando dos lábios, sem os beijar, tocando com a língua na comissura dos lábios, mordiscando a pele do pescoço, descendo pelo colo, abocanhando um seio e depois outro. As tuas mãos afastaram a...
O nosso desejo - III
2008-05-23 01:22:00 (continuação) Nota: (agora escrito por ela… moi) Dias depois, aquela noite ainda não me saía do pensamento. Cada segundo, cada momento, cada gemido, suspiro. Cada orgasmo sentido repetia-se no meu cérebro, revivendo o prazer intenso e alucinante que me tinha invadido naquelas horas de luxúria. Um amante que me fizera atingir limites ainda não alcançados e que me deixara no mesmo local onde me buscara, apenas com um doce beijo nos lábios e um sorriso. Tinha apenas o seu nome, o seu contacto de MSN e as horas que viveramos. Uma perfeita loucura que me fazia desejar mais. Permaneci sem me conectar durante mais de uma semana, com a consciência de que a vontade era de o ter de novo, de me entregar de novo a todos os desejos. Desejava-o de novo, queria tê-lo dentro de mim e, noite após noite, tocava-me pensando nele, obtendo orgasmos intensos, mas nunca como aqueles que ele me dera e que eu ansiava porque me desse de novo. Nessa semana enviou-me dois mails aos quais r...
O nosso desejo - II
2008-05-20 00:54:00 (continuação) Nota: (continua a ser contado… por ele) Num ápice, saltas da mesa, começas a beijar o meu peito, ajoelhas-te e beijas o meu pénis. Primeiro beija-lo, lambe-lo, quase que brincando comigo. Mas quando o chupas ouves o ‘ai’ vindo de mim… E vais adorando à medida que o sentes a crescer na tua boca. Pareces não conseguir engoli-lo, tal a excitação que me provocaste. Mas susténs a respiração e consegues engoli-lo por inteiro, quase te engasgando. Quando o sinto quase a tocar na tua garganta, fico fora de mim e tenho que fazer um esforço enorme para não me vir logo ali. Deixas-me completamente doido como nunca ninguém me deixou. Com medo de não me conseguir conter afasto-me. Beijo-te, partilhando o sabor, viro-te de costas para mim, elevo uma das tuas pernas para cima da mesa de snooker, ficando eu por detrás a entrar bem fundo dentro de ti com uma mão a puxar o teu cabelo e a outra na tua boca, enquanto nos olhamos ao espelho e vemos ...
O nosso desejo - I
2008-05-16 18:26:00 Foste corajosa. Muito. Após longas horas de conversa no MSN em que a excitação era muito superior ao que era suposto simples palavras provocarem, acedeste em que te fosse buscar no dia seguinte. Sem me conheceres. Sem saberes quem eu sou. Sem sequer saberes para onde te levava. Fui buscar-te à hora exacta no sítio marcado e a estranheza foi indisfarçável. Por instantes, os corpos pareciam a mais. As palavras que soltámos eram apenas tentativas de fugir ao constrangimento. Finalmente o meu carro parou e entrámos na casa que escolhi para a nossa noite. Entrámos para a cave. Quando viste a mesa de snooker no centro da cave, soltaste uma gargalhada e comentaste: “Não me digas que vamos jogar snooker?!”, ao que eu respondi “Mais ou menos isso…” Os pequenos aquecedores espalhados pela cave estavam ligados e isso fez-te perceber que tinha por lá passado antes para que o clima ficasse bem agradável. Por breves momentos, olhaste à tua volta para veres tudo o que havi...
O nosso desejo
2008-05-16 18:22:00 Uma vez concordei contigo em que este seria nosso, já que foi escrito pelos dois, mas… acho que ele é tão extraordinário e mostra o modo como tu também o escreveste, que… não resisto a mostrá-lo. Tu sabes quem és, não preciso de dizer mais nada. Palavras assim não devem ficar ocultas. Como irei chamar? Que tal: ‘O nosso desejo’? VIP[Very Important Post]: ‘The Life’ continua depois desse conto. © Sutra 2008
Quarto vermelho
2008-05-12 00:30:00 Muito mais tarde… muito mais… Fica no sótão… Lembram-se de falar nele? © Sutra 2008
V
2008-05-06 12:09:00 1993. 13 anos. Namorado: Carlos, da mesma idade que eu, andava na mesma turma e tinha um jeito de quem sabia muito, mais para tentar mostrar algo, do que de facto. Mas achei-lhe graça, principalmente porque adorava contrariá-lo quando ele começava a tentar contar as suas histórias nas quais tentava aparentar ser um herói. Chegámos a discutir algumas vezes, pois ele ficava todo irritado sempre que eu tentava desdenhar das suas façanhas em que ele aumentava sempre mais uma enorme percentagem de fantasia em relação à realidade. E, entre teimosias, picardias e algumas brincadeiras e joguinhos, lá nos fomos conhecendo melhor e, ao fim de dois meses de aulas, começámos a namorar. Como foi? O mote foi dado num jogo de futebol. O grupo das raparigas tinha ido ver o jogo de futebol da nossa turma, no torneio inter-escolas que tinha começado. Ainda eram só alguns jogos de treino, mas nós estávamos lá sempre que podíamos para apoiar os rapazes. Quando chegou o intervalo fomo...
Mãe
2008-05-05 12:26:00 Eu sei que o Dia da Mãe foi ontem, mas não quero deixar de saudar todas as Mães do Mundo. A minha já abracei e beijei… ontem.
IV
More articles from this author:2008-05-01 00:25:00 Anos 90 [ainda]. Foi também aos 12 anos que dei o primeiro beijo de língua. Já falei aqui de como foi essa experiência, mas revendo: Aos 12 anos trocava aqueles beijos fugidios, de brincadeira e experiências com os coleguinhas de escola. Entre os 9 e os 12 anos, moravamos em Évora e aí, era algo mais pacato, também não tão ambientada, pois nem fiquei por lá muito tempo - apenas esses dois anos. Foi na ida para Portalegre, nesse ano e poucos meses em que lá ficámos. Novos colegas, novas malandrices, brincadeiras e inovações sem parar. Ávida de descobertas, recordo que não hesitava quando era para experimentar algo novo, embora tenha tido sempre alguma tendência de me rodear de algumas cautelas. Questões da educação que os meus pais me deram. Paulo era um colega com uns olhos enormes, azuis. Tinha um sorriso atrevido, apesar de alguma espécie de timidez quando falava comigo. Tenho uma fotografia dele - daquelas de grupo da escola, sabem? - e lá está ele com ... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 |




