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Blog Details for "Contos Eróticos"
Contos Eróticos![]() Contos Eróticos Diary and erotic fantasies, stories of a young portuguese girl Articles
III
2008-04-29 00:57:00 Anos 90 [ainda]. Com os meus 12 anos veio também a experiência da primeira masturbação e do primeiro orgasmo. Na altura não fazia a mÃnima ideia do que isso significava, mas aconteceu quando encontrei um dos vÃdeos dos meus pais, numa caixa [a mesma, claro] em cima do roupeiro. Quando via a revista sentia aquele formigueiro, as ‘coceguinhas’ e esfregava as coxas apertadinhas, mas sem nunca me tocar. Numa tarde em que saà das aulas mais cedo, cheguei a casa e a minha mãe estava a sair para ir à ginecologista. Pedi-lhe para ficar em casa e lá me fez a vontade, porque ficava na companhia da D. Luisa, a empregada que engomava a roupa semanalmente [era a única tarefa doméstica que a minha mãe não fazia]. A D. Luisa fez-me o lanche e subi para o quarto dos meus pais, dizendo que ia fazer os trabalhos da escola e depois ver televisão. Esperei um bocadinho e quando ouvi a D. Luisa cantarolar, puxei a cadeira, subi, estiquei um braço e abri a caixa [estava sem chave], ti...
II
2008-04-24 13:45:00 Anos 90. Muito da minha vida até aos dezasseis anos, andei a saltitar por algumas cidades, devido ao trabalho do meu pai. Évora, Portalegre, Viseu e Aveiro foram apenas alguns dos lugares onde morei, até essa idade. Depois fui para casa dos meus avós em Setúbal e lá fiquei até vir morar para Lisboa. Talvez por isso a descoberta da sexualidade acabou por ocorrer no inÃcio da década de 90 com a descoberta de umas revistas mal escondidas numa caixa debaixo da cama dos meus pais. Segundo o meu caderninho [leia-se diário] foi numa altura em que estavamos a encaixotar tudo para irmos para Portalegre. E segundo as mesmas notas, eu escondi uma das revistas no meio das páginas de um livro para poder ler mais tarde. Não aguentava de ânsia para ver a revista cuja capa tinha uma fotografia bastante sugestiva - tipo daquelas imagens parecidas com as de filmes com uma bolinha e que os meus pais não me deixavam ver, mudando rapidamente de canal. À noite, deixei que eles pensassem qu...
I
2008-04-22 15:17:00 1980. O ano em que uma coisa minúscula vem ao mundo. Em vez de chorar, fez uma careta aos que estavam em seu redor e que não paravam de a fixar. Nem as mãos de lhe mexer por todo o corpo. Era um mês quente e a sua mãe já estava cansada de a carregar com aquele calor e desejosa de a ver em seus braços. O pai não cabia em si de orgulho quando a viu olhá-lo pela primeira vez. Na área musical daquela altura fazia sucesso Billy Joel, era a música do Top. Vinil rock’s! O sexo? Ui… vem muito mais tarde. Ou talvez não muito… Lá chegaremos… © Sutra 2008
Uh!
2008-04-19 03:45:00 1ª Fase terminada… Vai começar… Preparem-se… Dentro de dias… © Sutra 2008
Pausa
2008-04-15 00:55:00 Não se admirem se, nos próximos dias o site desaparecer, evaporar… Quando regressar, será revigorado… © Sutra 2008
Efeitos colaterais
2008-04-10 15:53:00 O semblante dele estava diferente naquela noite. A ruga no meio da testa anunciava que uma conversa séria estava prestes a dominar o ambiente. Ela saiu da cozinha depois de ter prolongado inconscientemente o momento em que escutaria a sua voz grave. Adivinhava o que ele iria falar. Sabia o que tinha escrito e que ele tinha lido como o fazia todos os dias, em busca das palavras que ela se permitia soltar aqui e além. Entrou na sala e não se sentou ao seu colo como fazia tantas vezes. Sentou-se no sofá a seu lado, esticando as pernas que repousou no colo masculino, observando como a sua mão pousou junto dos tornozelos, afagando a pele exposta pelas calças. Ela semicerrou os olhos como que para sentir melhor a carÃcia terna. Poderia passar sem o seu carinho? O olhar dele perdia-se no ecrã do televisor, sem se aperceber das imagens em movimento. - Eu li. Pausa. Silêncio. - Eu sei que leste. Mais um compasso de espera. - De que sentes falta? A que liberdade te referes? Não sabi...
Mão
2008-04-08 02:03:00 De onde vêm os dedos que me envolvem o seio? A carÃcia. O toque. O aveludado da lÃngua que percorre a pele, enquanto a mão se aprofunda corpo abaixo. Semicerro os olhos e pergunto-me: de quem é a mão que me toca assim tão sabiamente? Conhece o meu corpo na penumbra e sabe em que curva se encontram os sentidos mais apurados. É tua? Ou de outro fantasma que me assombra? A mão do desejo? © Sutra 2008
Esclarecimento
2008-04-07 17:09:00 RED LIGHT CENTER clica e atreve-te Para quem tem dúvidas sobre o download da versão completa [full] ou a mais pequena [light], fica o conselho: façam da versão completa, sem dúvida alguma. O download é gratuito, o registo é gratuito, o acesso é gratuito, seja qual for a versão que escolham. Já agora, enviem-me uma mensagem quando se registarem por lá, para eu saber que lá estão, ok? Nota: Já volto! © Sutra 2008
Impasse
2008-04-04 12:15:00 Estou num dilema… numa fase de impasse. Se do lado profissional sei bem que rumo tomar e o caminho por onde trilho, pelo lado pessoal, as coisas não seguem a mesma linha. Sinto-me apaixonada, envolvida, entregue. Mas algo está a mudar em mim. Não sei o quê. Não sei porquê. Sinto a ânsia… a separação do ‘eu’ em dois. E agora? © Sutra 2008
Vendetta
2008-04-03 22:09:00 O meu site hoje foi visto por uma criança de 10 anos [fake] que joga Vendetta e que está farto de ser atacado por mim Por falar no Vendetta… ainda lá ando © Sutra 2008
Shiva - 100 dias da vida de uma cortesã - 9º dia
2008-04-02 14:21:00 9º Dia Sábado 20:30 horas Esse seria o seu primeiro dia no novo local, propriedade do Sr. V. Faltavam menos de duas horas para entrar no clube e já sentia o arrepio excitante de antecipação. Pousou a chávena do café e recostou-se na cadeira, apreciando a paisagem ribeirinha daquele fim de tarde. Com um sorriso, pensou nas compras que fizera de manhã e no que preparara para ser a sua grande estreia. Duas horas depois já estava no clube: tinha uma pequena divisão só para si, para trocar de roupa e na qual guardava as suas coisas pessoais. Enfim, onde se prepararia para cada noite de trabalho. Ouviu o seu nome ‘de guerra’ e o inÃcio da sua música. Ajustou a máscara no rosto e seguiu pelo corredor até entrar no palco pelo lado direito. O fato negro colava-se-lhe ao corpo como uma segunda pele, desde a curva sensual do pescoço até aos tornozelos torneados. Revelava os seios erguidos, rijos, redondos, perfeitos, isentos de silicone. As nádegas firmes eram salient... More About: Vida , Shiva
Um player
2008-03-28 11:18:00 Isto é o que vão passar a ver ali na coluna do lado para escutarem música quando cá vierem. Não está em modo automático para não obrigar a ouvir quem não queira. Têm de clicar no nome da música para a ouvirem, por não ter o Auto-play. E a primeira música é precisamente… YES!! Hoje é… I made this music player at MyFlashFetish.com. © Sutra 2008 More About: Player
Divorciem-se
2008-03-27 12:39:00 É desta que me vou casar! Assim, se depois não funcionar, já não tenho de arrastar nenhum processo durante anos Queres casar comigo? Calma, não comecem já aos pulos. Ainda é só uma proposta do PS - a do divórcio, claro. A de casamento é outra história Vejam mais aqui: fim do divórcio litigioso com base na culpa Será que isto pode fazer com que terminem as guerras onde se usam as crianças como armas? Não esqueço a situação de um amigo meu e da guerra que a mulher (ex) lhe fez por causa do filho Nota: IncrÃvel é ver comentários como o de uma leitora que afirma que, ‘para dar marteladas não é preciso casar’ e que ‘ninguém separa o que Deus uniu’. Então e quem não casa pela Igreja? Quem é agnóstico? Agora, falando seriamente. Esta medida já deveria ter surgido há muito tempo. Não há justificação para se prolongar durante anos a agonia de um divórcio simplesmente por uma questão legal, por teimosia e por u...
Saboreia[me]
2008-03-26 18:41:00 Não é chocolate, Mas desliza pela pele E exala um perfume único. Se queres sentir o seu sabor Diz-me: De onde o queres beber? © Sutra 2008
Amêndoas e chocolate
2008-03-24 12:53:00 Este foi um fim-de-semana repleto de iguarias cobertas de chocolate. Amêndoas foram poucas, tirando as que partilhámos entre beijos e lambidelas. Mas o chocolate esse foi em abundância. No meu corpo. No dele. Nas mãos, nos dedos. Escolhida a dedo a divisão vazia para dar azo a toda esta gulodice. Apenas um lençol branco a cobrir o chão. Um pote cheio de chocolate derretido e um desejo louco de partilhar tanta doçura. Muito riso para adicionar aos poucos. Revezamo-nos nas carÃcias. Na paixão que extravasava dos nossos dedos. Umas vezes mais agitado, outras mais suavemente, o chocolate manteve-se no ponto ideal por horas. Os corpos ficaram cobertos daquele creme doce acastanhado e cobertos um pelo outro. O som de pele contra pele foi substituÃdo por um som alucinadamente guloso. Por perto sobraram algumas amêndoas espalhadas. As que dançaram nas nossas bocas complementaram este dia do chocolate. Quando repetimos? Pode ser chantilly da próxima vez? © Sutra 2008 More About: Chocolate
Feliz Páscoa
2008-03-20 18:16:00 ~*| recadosdaweb.com/portugues |*~~*| Mensagens em Português, Inglês e Espanhol para Orkut e Hi5! | ~*| Mensagens de Feliz Páscoa |*~ © Sutra 2008
DisponÃvel para um chá?
2008-03-19 17:59:00 Perguntou-me se eu estaria disponÃvel para um chá o que me levou a reflectir sobre o que poderia tê-lo feito chegar à conclusão de que eu gosto de chá. Mais que isso. Se teria algum tempo disponÃvel para ele. Verdade seja dita, ele questionou, não afirmou. Mas, aquele sussurro inesperado no meu ouvido, vindo de um desconhecido, admirou-me, e deixou-me sem nem saber o que pensar, quanto mais dar resposta imediata. Olhei-o sobre o ombro. Detive-me nos seus olhos azuis. ‘Nunca me atraÃram homens de olhos azuis, nem sei bem porquê’. Manias de quem até prefere ver a ‘cor’ atrás do olhar. Por cima da sua cabeça o marcador das senhas de atendimento que se mantinha inactivo há mais de dez minutos. - Aqui? - pergunto-lhe distraidamente, enquanto no meu cérebro uma frase martela ‘Um chá de ervas medicinais? Estará a querer dizer que tenho aspecto doente e necessito de alguma ‘mezinha’?’ ‘Deixa-te disso’ - ralho comig... More About: Para
Sem tÃtulo - VII
2008-03-10 00:48:00 No capÃtulo anterior: Observou por instantes aqueles lábios lisinhos, brilhantes, com uma leve penugem bem aparada, carnudos, inchados e escuros da volúpia que sentia no momento. Perante aquela visão que o descontrolou ainda mais, penetrou-a firmemente de uma só vez enterrando o seu membro até obter resistência. Sentindo-a palpitar e a apertar-lhe o membro como se o estivesse a morder, prendeu-lhe o cabelo com uma mão e forçando-lhe a cabeça para si começou a movimentar-se dentro dela com vigor, deixando-a alucinada, fazendo-a soltar gemidos e pequenos gritos abafados do fundo da garganta que pediam para ir mais rápido. Como animais no cio, foderam assim até ela gritar num orgasmo que lhe sacudiu o corpo fazendo-a enterrar-se mais nele e fazendo-o vir-se logo de seguida. CaÃram exaustos no sofá e, abraçados, continuaram a explorarem-se um ao outro. Gonçalo foi descendo pelo corpo dela aos beijos aninhando-se na junção das pernas de onde escorriam os sucos. Abr...
Upa! Upa! O nosso dia… que é todos os dias
2008-03-08 19:28:00 Ah pois… hoje é Dia da Mulher! Obrigada ao Jquim_30 E obrigada a ‘Ele’ pelas rosas da hora de almoço! E logo… há bombons? Sou doida por chocolates e… ele sabe! Já agora, Feliz Dia da Mulher a todas as mulheres! © Sutra 2008
Corpo - Ombros e Costas
2008-03-06 14:34:00 Continuo a percorrer o seu corpo, descendo do pescoço até aos seus ombros, onde as minhas mãos se deleitam, tacteando os contornos onde encosto a cabeça outras vezes, sentindo o abrigo do carinho com que me brindas. Os músculos desenham na minha imaginação sensações que alimentam os meus dedos conforme os pressiono na pele. Tacteio. Massajo. Leio a excitação com a ponta dos meus dedos. Braille. Humidade na pele. Na tua. Nas palmas das mãos. Desejo estremecido é o sinal do que poderá ainda estar por descobrir. Contorno o corpo que se entrega nas minhas mãos como se o esculpisse pela primeira vez. Obra prima da minha volúpia. Relanceio os olhos pelas nádegas masculinas firmes e bem delineadas. Não me deterei por aqui. Mas agora são as tuas costas que me atraem a entregar os meus seios de mamilos erectos à sua suavidade plana. Um arrepio percorre-me a espinha enquanto esmago o meu sentir de encontro ao corpo falsamente inerte. Desejo-o. Os dedos iniciam uma descida ...
Aumentam o preço do café?
2008-03-05 12:17:00 Acabei de ouvir que vão aumentar o preço do café! AUMENTAR O PREÇO DO CAFÉ?? Estão doidos!? 30% Hum?! Como?! BAH!! © Sutra 2008
Zé - o encontro tórrido!
2008-03-03 16:49:00 Mal entrámos no seu apartamento, dei conta logo de algo que me recordou velhos tempos: junto da janela mais ampla encontrava-se uma mesa rectangular. Sorri, ao pensar como o Zé adorava foder junto a janelas, tendo à frente dos olhos, a paisagem que acabava por perder relevo perante os corpos femininos que serpentevama entre as suas mãos. Mas era um fetiche deste homem: e agora com a imagem que se me oferecia, entendia que deveria ser um regalo – principalmente com esta visão que podia vislumbrar ainda a alguns metros de distância da janela. Sabia que me levaria para lá e antecipei-me: de frente para ele, fui recuando passo a passo, as mãos desapertando a blusa, fazendo surgir o peito desnudo, de bicos erectos de desejo. Vi-o entreabrir os lábios e sorrir: - Continuas uma provocadora. Deixei cair a blusa no chão e os dedos desceram para o fecho das calças, abrindo-o. Dei mais alguns passos até sentir a mesa de encontro às nádegas. - E agora? – perguntei-lhe. - Agor...
Free
2008-02-27 14:55:00 (deitados num Domingo de manhã) - Preciso de ti. - Eu também. - Eu mais. - Porque não eu? - Estás sempre a dizer que gostas de te sentires livre. - Mas eu preciso de me sentir assim para ser feliz. - Não estás bem comigo? - Estou. Mas afogas-me. - Só se for em mimos, amor. - És ciumento demais. - Não sou. - És. - Impressão tua. - Não. - Não o quê? - Não é. - Não sou ciumento? - És. - Preciso sentir-me livre e tu amarras-me. - Afogo-te e amarro-te. E depois? Corto-te aos bocados? - Que mórbido! Cara… Podes deixar de ser parvo? - Amo-te. Deve ser por isso que sou parvo. - Também te amo, mas preciso que me deixes voar de vez em quando. - Está bem, ave rara. Desde que não me fujas. Ou é isso que queres? - Não. Só não me quero sentir numa gaiola dourada. - Por falar em gaiolas, e se te oferecesse um papagaio? - Cala-te e fode-me! Mas… vou ficar a pensar na liberdade… na minha… © Sutra 2008 More About: Free
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More articles from this author:2008-02-22 12:54:00 E enquanto o Site Meter estava em baixo, o Contos Secretos, atingiu o lindo número de: 1.500.000 visitantes Já agora, ontem não continuei a escrever a história do Zé porque tive algo apaixonadamente-erótico-urgente para fazer. Algo assim: © Sutra 2008 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 |




