Avenida CentralAvenida CentralEsta Avenida, que se faz de Braga, quer ser do tamanho do mundo. Nela cabem todas as palavras, todos os sonhos e todas as ideias. Articles
[Avenida do Mal] Os Reinos do Meio
2007-11-24 17:54:00 Não é preciso morar nos recônditos de Portugal mais entranhado de granito e chalés para se notar o quão diferente do que se vende aos olhos, temos. É do Minho ao Algarve, mais territórios intra-marinos, quais restos de Atlântida afundada e deitados aos porcos. Mas fica-se pelo Continente este rodopio de raciocÃnio, que não dou mais paleio – e ele tão pouco m’o deve ler – a Alberto João Jardim, qual deus calvo em saia de folhas de bananeira... Corre-se então por aqui, de carro ou veÃculo, de mais ou menos rodas, mais ou menos assentos, na trama de auto-estradas e viadutos. Erguidos estes com o dinheiro da Europa e pagos por nós à s prestações, em juros de mora, a gente que não tinha de receber por elas. E não se entende porquê mas também pouco se contesta para lá de um insulto para o bolso ao sair da portagem, depois de parados ou em via verde.Na real fotografia do paÃs profundo ou menos esclarecido, tido como satisfeito com pequenas migalhas, observam-se...
Decálogo do Localista
2007-11-24 02:04:00 1. O localista sofre de graves problemas de miopia. Nunca consegue ver para além do seu próprio bairro.2. Não há presbiopia fisiológica que atinja o localista. No seu bairro, consegue ver qualidades que não vê em qualquer outra parte.3. O bairro do localista é sempre melhor que o bairro dos outros.4. O localista não se sente membro da cidade ou da região. O mundo do localista é o seu bairro.5. O localista nunca fala de regionalização.6. Quando, eventualmente, fala de regionalização, o localista não estava a falar de regionalização.7. O localista orgulha-se de ser provinciano.8. O localista não se importa de ser mandado desde que os decisores estejam a mais de 250 quilómetros.9. O localista não se acobarda. Nunca perde uma oportunidade para fazer eco da sua visão de mercearia acerca do mundo.10. O localista tem um amigo que lhe vai contar o que está escrito neste post. More About: Logo , Loca
Ideias para Braga: Quinta dos Peões
2007-11-24 02:01:00 Que ideias para a Quinta dos Peões?O blogue Avenida Central lança mais um desafio a todos os seus leitores.Envie as suas propostas para que as possamos publicar e discutir neste fórum. More About: Para , Braga
Pobreza Cultural na Cidade de Braga
2007-11-23 22:29:00 O auto-denominado «Semanário de Braga » continua a surpreender. O desarranjo ortográfico chegou à capa e o erro surge, ironicamente, numa entrevista em que LuÃs Tarroso denuncia a pobreza cultural da cidade de Braga.Ainda não percebemos para que serve O Balcão, mas já temos a sensação de que não será para elevar a qualidade jornalÃstica e/ou cultural da cidade. Num texto sobre a imprensa gratuita, João Alferes Gonçalves dá nota disso mesmo, quando escreve que estes jornais são «suportes impressos destinados a veicular publicidade e não a fazer jornalismo».Num paÃs onde a quota de mercado de distribuição dos jornais gratuitos em dias úteis já ultrapassou a dos jornais pagos, será interessante acompanhar o rumo d'O Balcão. A mim não me convence. Ainda por cima, uma breve visita ao sÃtio do jornal revelou esta notÃcia que já tinha lido aqui e este comunicado integralmente transcrito daqui. É isto o «Semanário de Braga»? More About: Cultural , Cidade
Avenida dos Leitores: Braga sem Canudo
2007-11-23 11:16:00 Sol em Braga . 20.Nov.2007.Enviada por Lois Lane.
Democracia Participatia, por João Tinoco*
More articles from this author:2007-11-23 11:04:00 O sistema democrático de governo dos povos é intrÃnseco à própria humanidade que ao longo dos tempos, desde os grupos mais primitivos, o praticaram nas suas organizações sociais. Foram os gregos porém, que estabeleceram as regras da prática democrática, os sistemas organizacionais e o denominaram de Demo Kratos, ou Poder do Povo. Logo aqui começou a desvirtuação da Democracia, já que para estes gregos, Povo, eram somente 10% da população, a elite, de onde estavam arredados os escravos, as mulheres e os artÃfices.Amarfanhada durante milénios, a Democracia foi recuperada para responder à s convulsões sociais populares derivadas da Revolução Francesa. A partir daà criaram-se várias formas de "democracias" desvirtuando de uma maneira mais ou menos consciente a sua essência, tornando a Democracia numa megera que vai a todas e com todos, servidora dos mais obscuros interesses, corrupta quanto baste e interesseira.A espécie de Democracia em que vivemos hoje, não Ã... 1, 2, 3, 4 |



